Cazuza - Jornal Animal

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Cazuza

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Slide 1 (Cazuza com seu pet: Foto Ana Arantes) - Slide 2 (Cazuza: Foto Flávio Colker)
CAZUZA:
“Amar é abanar o rabo, lamber e dar a pata".

Cazuza nasceu no dia 04 de abril de 1958 na Casa de Saúde São José, no bairro do Humaitá, cidade do Rio de Janeiro. Ele sempre será um dos maiores nomes da nossa música pelo seu grande talento que nos legou maravilhosas canções como: “Brasil”, que ele compôs em parceria com George Israel e Nilo Romero, “Bete Balanço”, com Roberto Frejat, “Codinome Beija-flor”, com Ezequiel Neves e Reinaldo Arias, “Exagerado”, com Ezequiel Neves e Leoni, entre tantas outras. A voz e a interpretação de Cazuza marcaram para sempre a sua presença na música brasileira. Nesta edição, trazemos uma entrevista com Lucinha Araújo, sua mãe, que nos conta do amor de Cazuza pelos seus animais.

Os seus animais:
Lucinha Araújo nos diz: “Cazuza tinha tantos animais quantos pudesse e nós deixássemos, teve porquinho da índia, periquitos, coelhos e cachorros em profusão, todos que achasse na rua, principalmente os vira-latas, que eram seus preferidos”.

Como eram os seus pets:
Ela reflete e nos responde como eram os animais de Cazuza: “Ouvi dizer que os animais adquirem a personalidade dos donos, se isso é possível, e eles eram um pouco nossos filhos também, todos eram tranquilos, agitados e brincalhões, uma mistura de nossa família”.

Sunny, a primeira grande perda:
Lucinha se emociona e nos conta: “Lembro-me de quando ele tinha sete anos e morávamos em Ipanema. Cazuza foi dar uma volta no quarteirão com uma cachorrinha que se chamava Sunny, toda dourada, e ele era contra coleira, ela fugiu, atravessou a rua e foi atropelada e morreu em seus braços. Essa foi a primeira grande perda de sua vida”.

Uma música e uma frase:
Em uma de suas canções, “Blues da Piedade”, em parceria com Roberto Frejat, Cazuza diz: “Pra quem não sabe amar, fica esperando alguém que caiba no seu sonho, como varizes que vão aumentando, como insetos em volta da lâmpada”. Entre muitos textos em que Cazuza falou de animais, Lucinha Araújo destaca um trecho onde ele descreveu de forma precisa e tocante o que é amar: "Amar é abanar o rabo, lamber e dar a pata".

Sociedade Viva Cazuza!
Lucinha Araújo nos fala do importante trabalho da entidade: “A Viva Cazuza hoje mantém dois projetos: uma Casa de Apoio Pediátrico, que abriga crianças e adolescentes carentes portadores do vírus da Aids em regime de internato e um Projeto de Adesão ao Tratamento para 140 pacientes em tratamento ambulatorial na rede pública na cidade do Rio de Janeiro”. Conheça mais sobre a Sociedade Viva Cazuza!: www.vivacazuza.org.br .

Recados:

De Cazuza para Você, Leitor(a):
A frase de Cazuza relembrada por Lucinha Araújo é um grande recado e um ensinamento para todos nós que buscamos tentar descobrir o que é o amor: “Amar é abanar o rabo, lamber e dar a pata".

Do Jornal Animal para Lucinha Araújo:
Cazuza, além do seu maravilhoso talento para cantar, compor e escrever, nos deixou uma lição de amor e respeito pelos animais que fizemos questão de trazer para o nosso Jornal Animal, nestes fatos de sua vida que você, Lucinha Araújo, com tanta atenção e carinho nos contou. Parabéns também pela importante e necessária Sociedade Viva Cazuza!, pela sua missão: “Dar assistência a crianças e adolescentes carentes portadoras do vírus da aids, assistência social a pacientes adultos em tratamento na rede pública na cidade do Rio de Janeiro e difundir informações científicas sobre HIV/Aids além de esclarecimento de dúvidas para profissionais de saúde ou leigos”.

Do Jornal Animal para Você, Leitor(a):
Um início de ano nos leva a refletir sobre a esperança de um mundo mais humano e justo, não é mesmo? Nada melhor do que trazer a história de um grande artista, bem como o seu legado, tanto na Arte, quanto nesta entidade que nos faz acreditar que realmente é possível acreditar em um mundo e em uma vida melhor.

Sergio Valério


 
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