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Mari Alexandre

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Mari Alexandre e seus gatos...

A Vida no Sul e a Vinda para SP:
Era uma vez uma família que tinha Bob como o seu animal de estimação.
Em Rio do Sul, em Santa Catarina, com seus irmãos, ela já brincava com Bob e aprendeu com os pais Manoel e Otília, desde cedo, a gostar de animais.
Em 1991, a menina que sonhava ser modelo, resolveu vir para São Paulo, em busca do seu sonho. Dos desfiles e fotos em sua cidade, Mari Alexandre começou a trabalhar em uma produtora. Poucos meses depois, ela recebia um convite para ser capa de uma revista.

O primeiro Gato:
Junto com os seus objetivos profissionais, Mari trouxe também o carinho que tinha pelos animais e foi assim que Juca apareceu em sua vida. Vavá escolheu o presente certo para Mari: -O gato persa Juca transformou a sua vida. Pela primeira vez, ela se tornava dona de um animal. Com a alegria, veio também a responsabilidade de cuidar bem do animal e isso Mari fazia com toda a atenção necessária.

A perda:
Esse carinho, amor e atenção que Mari dedicava a Juca transformou-se em uma dor muito grande quando da perda do seu gato. Quando sua mãe, Dona Otília lhe trouxe a notícia, seu coração encheu-se de tristeza e de desespero. Mesmo acreditando em Deus e sabendo que é dele o poder da Vida, Mari não conseguia entender porque estava perdendo um grande amigo, o seu gato Juca.

O segundo Gato:
No programa Sabadaço, ainda com os olhos que mostravam a marca das lágrimas, o amigo Gilberto Barros fez um pedido no ar: - Alguém poderia dar um outro amigo para Mari? A psicóloga Helena foi sensível ao pedido e telefonou para o seu marido.
Sergio Zimerman, da Pet Center Marginal, que sabe como ninguém, da importância de um animal na vida de uma pessoa, não pensou duas vezes: -Revirou São Paulo e encontrou o gato persa pedido no programa. Foi aí que apareceu Joca na vida de Mari.

As diferenças entre os Gatos:
Mesmo sendo da mesma raça persa, Juca e Joca não eram diferentes só na troca de uma vogal. Joca era o oposto de Juca, aliás se isso acontece com os seres humanos, por que não aconteceria com os animais também? Enquanto Juca era muito quieto e tranquilo, Joca é alegre e brincalhão.

Como é a Mari?
Mari confessa que “já foi como o Juca, mas que agora é mais Joca”. Ela se acha parecida com o seu pai Manoel, que é uma pessoa tranquila, mas ao mesmo tempo, se sente uma pessoa ansiosa, que quer que as coisas aconteçam rapidamente. Mari gostaria de ser mais como a mãe, Dona Otília, e foi com ela que aprendeu a ser mais batalhadora e exatamente por isso acredita que esteja conseguindo muitos dos seus objetivos em sua vida. Acredita em Deus e sente que ele sempre está com ela.

O que é cuidar bem de um animal:
“É preciso dar muito carinho. Se não for assim, é melhor que não se tenha um animal.
Conversar com o animal como se ele estivesse entendendo tudo o que você está falando.
Dar atenção. Não deixá-lo sozinho. Brincar com ele. Levá-lo ao veterinário. Dar a ração adequada”. Hoje, Mari se sente mais preparada para cuidar do Joca, pois é o seu segundo gato e “somente a experiência do dia-a-dia é que faz nos tornarmos melhores donos”.

Gatos e Filhos:
Para ela, animais não substituem filhos, mas afirma que “Joca, com os seus oito meses de idade, parece um verdadeiro neném que quer colo e que fica abrindo e fechando os olhinhos como uma verdadeira criança pedindo carinho e atenção”. Mari pensa em ter filhos, mas acha que “ainda não é o momento”. Sobre Joca, seu gato, ter filhos, Mari diz que “ainda não pensou sobre isso”.

Planos profissionais para 2004:
“Dar sequência ao trabalho como apresentadora de TV, que teve o seu início com o programa “Bicho sem Grilos”.

Como se imagina daqui a 20 anos:
“Trabalhando. Morando em São Paulo ou talvez nos Estados Unidos.” Mari descontraidamente se diverte e rindo, afirma que “pretende se cuidar e se for necessário, até recorrer a aplicações de botox...”

Recados:

Para Juca, o primeiro gato:
“Juca, se fosse possível, voltarmos no tempo, eu gostaria de entendê-lo melhor...”

Para Joca, o seu segundo gato:
“Você é tudo em minha vida! O que eu puder fazer por você, eu farei. Você é o único que me entende e a única “pessoa” que me deixa feliz e alegre...”

De Mari para você, leitor(a):
“Muita paz. Que você consiga realizar os seus objetivos, batalhando e correndo atrás. Não adianta nada se querer ser mais do que uma outra pessoa é.
Querer detonar alguém para conseguir alguma coisa não vale a pena.
O que se faz errado aqui, se paga ali na frente. Seja Humano.”

Do Jornal Animal para Mari:
Obrigado, Mari pela entrevista, pela atenção e desejamos a você tudo de bom em sua Vida! Que você continue em busca dos seus sonhos, sempre levando em seu coração, o carinho com os animais.

Do Jornal Animal para você, leitor(a):
Muito obrigado pela sua leitura! Aguarde a próxima entrevista porque estaremos esperando você em nosso próximo número!

Sergio Valério

 
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