Elaine Cinquini - Jornal Animal

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Elaine Cinquini

Seções > Quem cuida do seu Pet? > Protetores
Elaine Cinquini é uma defensora dos animais. Nesta entrevista ela fala de seus pets, explica como é o seu trabalho no dia a dia e comenta sobre o que os governos poderiam fazer para auxiliar na proteção dos animais.
 
1.   Elaine Cinquini, você nasceu em que cidade, estado e país?
R. Nasci na Lapa, São Paulo e moro em Caieiras, SP.

2. Como surgiu a ideia de se tornar uma defensora dos animais?
R. Sempre me comovi a ver maus tratos a qualquer tipo de ser, mas a partir do momento que tive minha primeira cachorra a Nany foi que senti o quão eram especiais, há exatamente doze anos.

3. Como é o dia-a-dia de quem tem como missão proteger e defender os animais?
R. Eu trabalho como técnica em saúde bucal, mas quando surge uma necessidade para ajudar algum anjinho, largo tudo, pois para mim os animais são muito especiais e importantes! Merecem todo o meu carinho e cuidados!

4. Quais são as maiores dificuldades enfrentadas por uma defensora dos animais?
R. A maior dificuldade é a financeira e a falta de médicos veterinários que possam ajudar, pois o custo para qualquer procedimento e até mesmo o custo de uma consulta é alto.

5. O que os governos nos níveis municipais, estaduais e também no nível federal poderiam fazer para auxiliar o trabalho de ONGs e Entidades Protetoras de Animais?
R. Poderiam ajudar criando um hospital veterinário em cada cidade, com castração gratuita. Isso já ajudaria muito.

6. Conte-nos sobre os animais que você teve em sua infância. Como eles se chamavam e como eram?
R. Não tive animais na infância apenas na fase adulta.

7. Atualmente você é tutora de algum animal? Qual ou quais? Como eles se chamam e como eles são? Tranquilos? Agitados? Brincalhões?
R. No momento, tenho cinco e uma perdida há meses, quatro deles de rua. No total tenho: Nany, Snup, Pérola, Safira, Flor e a Lassie, que está desaparecida.

8. Você se lembra de um fato marcante que aconteceu quando você atuava como defensora de animais?
R. Lembro do Simba, o primeiro cachorro de rua que cuidei. Ele era amável e grande também. Ele morreu por uma doença que tinha tratamento, mas ele não me deixava tratar por estar acostumado a ficar na rua, não me deixava medicar, muito menos prendê-lo para cuidar. Com isso a doença piorou, pois a medicação tinha que ser nos horários certos, mas às vezes ele sumia o dia todo, então não aguentou e morreu.

9. O que os animais significam para você?
R. Significam uma grande prova de amor a quem devemos copiar sempre.

10. O que é preciso para ser uma defensora e protetora de animais?
R. Se sensibilizar pela vida alheia, independente de qual seja ela.

11. O que você ainda não realizou e que gostaria de fazer como protetora e defensora dos animais?
R. Meu desejo é mudar as leis contra maus tratos de animais, para que sejam mais rigorosas e levadas a sério, e poder ajudar mais as Ongs que conheço.

12.Que mensagem você enviaria para os (as) internautas da nossa web revista Jornal Animal que irão ler a sua entrevista?
R. Que continuem a lutar pelos indefesos, pois eles só têm a nós para ajudá-los contra esses monstros diários que vemos todos os dias.
 
 
 
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