Vera Loyola - Jornal Animal

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Vera Loyola

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Vera Loyola, a Paixão pelos Animais

A cena emociona. São 21 horas.
Perepepê, a cachorrinha pug dorme na cama do casal Vera e Pelino.
O marido se levanta, pega Perepepê no colo e a leva para a cama da filha Anna Thereza.
Essa é a imagem que mostra o carinho e a paixão de Vera e sua família pelos animais.

Quando tudo começou:
Vera se lembra de quando tinha três anos de idade e estava com o seu pai, Seu pai, Ignácio de Loyola visitando um empreendimento dele. Nessa obra, Vera viu “uma cachorrinha branca e preta, bem pequenininha que estava num canto”.
Ela se lembra que pegou o cachorrinho, foi para dentro do carro e ficou sentada lá atrás do carro com a cachorrinha. O pai então, ao entrar no carro, fingiu que não estava vendo.
Eles estavam indo em direção à casa quando o pai falou: “Mas, engraçado! Eu estou sentindo um cheiro de cachorrinho aqui dentro...” A mãe, dona Tereza, completou:
“Pois é, bem que a gente podia ter um cachorrinho...” Quase chegando em casa, o pai então disse: “Olha só o que a Vera trouxe! Como é que vai ser o nome dela?”
A menina Vera respondeu sem pensar duas vezes: “- Peggy!”
Quando chegaram em casa, a cachorrinha chorava muito porque era ainda uma filhote.
Foi feita uma cama para a cachorrinha, no quarto da menina.
Dali pra frente a paixão por animais passou a fazer parte da vida de Vera Loyola.

A Paixão:
“Você nasce apaixonado pelos animais e eu também sou de uma família em que pai, mãe, avós, todos são apaixonados pelos bichos.
E tem um detalhe:-Quanto mais carente, mais sofrido o animal, mais a gente gosta desse animal e quer ajudá-lo.
- As pessoas tem sempre alguém para tomar conta, os animais só tem a gente. Se não formos nós, quem será?
Exatamente por isso é que eu cada vez mais levanto essa bandeira, podem dizer “que eu sou isso, que eu sou aquilo”, tanta gente passando fome e ela fazendo coisas para os animais...Faço e digo para você:
-Não me arrependo, não tenho a consciência pesada porque tudo tem o seu momento e a sua hora, já faço o bem para crianças, já tive meus filhos e agora vou ganhar duas netinhas gêmeas, fora as crianças necessitadas que eu também ajudo e o animais mais ainda porque como eu digo é o melhor amigo do homem.
Quando um animal gosta da gente, gosta mesmo. Eu gosto muito também dos coitadinhos dos pit bulls porque eles são dóceis, são meigos. Agora, quando são criados para brigar, é o homem que faz isso tudo, principalmente quanto ao pit bull.”

Os Animais em casa:
Aqui em casa eu não tenho muitos não. São três canários que são criados como crianças, tem hora pra recolher, tiramos do sol, colocamos na varanda, tiramos da varanda e trazemos para dormir dentro de casa, são tratados de uma forma que até parecem cachorrinhos.
Eu tinha duas cachorrinhas, mas a minha Pepezinha morreu, agora eu só tenho a Perepepê, também tenho dois gatinhos, o Mimi e a Boneca.
Agora a Tereza, a minha mãe tem doze cachorros, sendo que quatro dormem com ela, quatro dormem “não sei aonde”, mas todos bem perto.
Ignácio, meu irmão tem dezoito cachorros.

O carinho:
“Eu agora estou me dando um tempo pois eu fiquei muito transtornada quando o meu pai morreu. Foram três meses tomando conta dele no hospital, foi uma perda que me deixou muito sufocada.
A minha cachorrinha foi uma das principais companhias que eu tive. Eu me lembro que em tantos momentos que eu tive chorando com a perda do meu pai. A minha cachorrinha, a Perepepê chegava, subia no meu colo e lambia as minhas lágrimas.
Ela é uma pug. Perepepê olhava pra mim com aquela cara de boazinha e eu dizia para ela:
-Meus Deus, você está entendendo a mamãe?
E ela não saía de perto de mim em nenhum momento.

A Vida e os Planos:
Depois de uma vida de muito trabalho, hoje ela se permite ter mais tranqüilidade.
No momento, Vera aguarda a finalização de um projeto que foi aprovado na Câmara e que dará o nome de seu pai a uma praça em São Conrado, no Rio de Janeiro.
Ela também aguarda com muita alegria, a chegada dos netos que chegarão através de sua nora, casada com seu filho Ignácio de Loyola.
Vera também pretende fazer um novo programa de TV, ela que já fez um de grande sucesso na CNT.
O seu grande sonho é fazer um programa dedicado aos animais ou então dedicado ao povo: “-Eu gostaria de ser uma intermediária entre o povo e a sociedade porque eu sou na verdade, a mulher que popularizou a elite. Até então, as pessoas achavam que para ser bonita, para ser chique, para ser importante, a mulher tinha que olhar de cima para baixo, com aquela distância, aquela antipatia.
Eu cheguei a conclusão que isso tudo era uma besteira muito grande. Você vale por aquilo que você é, não pelo que você quer aparentar ser.”

Mimi e Boneca, os Gatos de Vera:
“Mimi é um garoto e Boneca é a menina. Os dois foram gatos de rua, bem vira-latas, um é branco e preto e a outra é rajadinha. O Mimi já tem mais de 14 anos. Todo dia eu acordo muito cedo, quinze para as seis eu desço.
Eles dormem na cozinha, na caminha deles. Eu levanto e vou até eles para dar quatro comprimidos que eles precisam tomar, dois pra coluna, um par o fígado e outro para eles ficarem ativos.

O que é cuidar bem de um animal?
“Não deixar faltar nada para ele. Eu trato meus bichos como se fossem gente mesmo. Por isso que eu acho que vai ter uma novela aí, parece das diaristas e saiu mais ou menos assim a chamada: “Uma emergente que saiu lá da Barra diz que animal é gente”.
Eles não fazem referência ao meu nome, mas eu acho que eles devem ter se inspirado em mim. Só pode ser eu a tal personagem...

O Ser Humano, de uma forma geral, tem tratado bem os Animais?
“-O Ser Humano, quando ele é bom, de sentimento bom, ele trata bem o animal. Eu quando vejo uma pessoa que diz pra mim que não gosta de bichos, eu não quero saber dessa pessoa. O animal é de Deus. Deus fez os animais justamente pra isso, pra que a gente tenha com eles um relacionamento maravilhoso.
E não é só o cachorro não. Tem coisa mais bonita do que um boizinho, uma vaca, a carinha deles? Que cara angelical tem um porquinho! Todos eles tem a sua beleza, até a própria cobra que as pessoas tanto temem, mas é necessária para a natureza. Até a pulguinha que está pegando a Perepepê agora também deve ser importante para alguma coisa porque na natureza nada se perde, tudo se transforma.

RECADOS:

De Vera para você, leitor:
“Não existe nada nesse mundo melhor que a gente sentir o amor, o carinho dos animais pela gente. Não existe coisa mais sublime, mais sincera, do que a gente ter um animal e se sentir amada por ele. Esse é o verdadeiro amor.

Do Jornal Animal para você, Vera:
Conversar com você nos fez um bem incrível! Ouvir alguém demonstrar todo o seu carinho pelos animais, nos faz imaginar um mundo onde todos pudessem ter atitudes assim como as suas.
Será exagero sonhar com um Planeta assim? Nós preferimos continuar sonhando e aplaudindo você, Vera Loyola que no final da entrevista nos disse:
“Olha, Sergio Valério, a Perepepê está mandando um beijo pra você!”
Nós retribuímos: Outro, Perepepê! Um muito especial para você, nossa querida Vera Loyola.

Do Jornal Animal para Você, nosso Leitor:
A edição do nosso Jornal Animal, nesse mês de aniversário da Pet Center Marginal, trouxe Vera Loyola, um exemplo de uma mulher apaixonada por animais, como você, nosso leitor.
O presente que você nos dá é essa sua atenção de continuar lendo todos os pontos e vírgulas até o final de cada entrevista. Muito obrigado e até a próxima!

Sergio Valério

 
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