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Nos shows onde se apresentam e no programa Altas Horas, com Serginho Groisman, as Divazz são insuperáveis na qualidade musical de suas interpretações.
 
A Arte se vê contemplada na verdadeira acepção de sua palavra, pois as vozes, afinadíssimas, transpiram sons que inspiram, apaixonam e nos transformam em espectadores do que há de melhor na face da Terra desta maravilhosa mulher chamada... Música!
 
O Brasil aplaude Corina Sabbas, Graça Cunha e Nanny Soul e eu, Sergio Valério, editor do Jornal Animal, tenho o prazer de trazê-las para você, nosso(a) internauta, em um bate-papo super descontraído, onde elas nos falam de seus queridos pets.

Antes de mais um grande show, elas me contam sobre suas famílias:

Corina Sabbas: "Eu nasci em Tabatinga, Amazonas. Meu pai é Edvaldo e minha mãe Ariete. Meus irmãos são Fernanda e Sandro".

Graça Cunha: "Nasci em São Paulo,capital.Meus pais são Francisco e Maria da Penha e meus irmãos são  Eliane, Eduardo, Elaine e Ana, não tenho filhos".

Nanny Soul: "Nasci em Nova Iguaçu, Rio de Janeiro. Meus pais, João Batista e Luiza. Tenho três irmâs: Beth, Elisangela e Victoria. Não tenho filhos."

Os músicos afinam seus instrumentos e nós continuamos querendo saber mais das Divazz.
Corina, Graça e Nanny:
E na infância, vocês tiveram animais de estimação?

Corina Sabbas: "Na infância não... Mas, vovó e vovô tinham um viralata enorme (na verdade, eu que era pequena) chamado Kojac, muito brincalhão. Eu não tinha medo dele, mas lembro dos adultos sempre em volta, cuidando".

Graça Cunha: "Sempre tivemos cachorros em casa, desde meus 6 anos. Nosso primeiro cachorrinho foi o Rust, depois tivemos o Rex, o Loup e agora a Neguinha e a Pituca. Amo cachorros, lembro dos que se foram com muito carinho e amor. É muito bom crescer com animais em casa, eles são fiéis e amigos verdadeiros".

Nanny Soul: "Tive muitos animais ao longo da infância, adolescência e vida adulta. Me lembro de alguns que foram muito especiais: Lua, uma cadela da raça Fila Brasileiro que era um animal maravilhoso e viveu conosco por muitos anos. Estava sempre presente, animal dócil em casa e com pessoas conhecidas, mas que nos protegia de estranhos, era valente! Tivemos ainda uma cadela srd que era enorme, tinha um olhar muito melancólico, era muito tão boazinha que ganhou este nome: Pacata. O mais recente foi o Rusty, um pitbull maravilhoso, forte, bonitão, brincalhão, muito dócil, tinha medo de barata, parecia gente mesmo, trapalhão e folgado (rs rs). Sentimos muitas saudades dele, foi o animal que mais convivi e amei".

Os técnicos ajustam a iluminação. Lá fora, o público, cada vez maior, se aproxima do local onde as Divazz se apresentarão. Eu, aqui, me sinto privilegiado por estar conversando com elas, sentindo o clima mágico do show que irá acontecer.
Continuo perguntando para as Divazz:

Atualmente vocês têm animais de estimação? Como eles se chamam? Como eles são? Tranquilos? Agitados? Brincalhões?
 
Corina Sabbas: "Atualmente sou mãe de uma poodle toy chamada Lila. Ela não vive comigo, meu irmão a adotou. Ela é linda e elegante, minha tia a chama de Salto Alto, porque parece que ela super longilínea e observa tudo de cima. Hoje em dia ela é uma jovem senhora aos seus áureos 14 anos, portanto não tem mais a mesma vivacidade, mas continua pedindo carinho, reclama quando para, cutuca sua mão para que continue, reclama quando você vai embora, late de alegria quando você chega e fica alegre quando dizemos "vamos lá embaixo!".

Graça Cunha: "Tenho duas cadelas,Neguinha e Pituca. A Neguinha é tranquila, dócil e já tem 15 anos. A Pituca é hiperativa, tem 8 anos e energia de filhote, apesar de já ter 8 anos. Ela é muito amorosa!".
 
Nanny Soul: "Hoje tenho duas gatas srd que adotei. Badu, uma gata branca, enorme. Ela é bem tranquilona e medrosa. Muito charmosa e cheia de personalidade, adoro o jeitão "blasé" dela. A outra gatinha se chama Nega, ela é incrível! Muito divertida, ciumenta, fica atrás de mim o dia todo, me recebe na porta, "fala" muito comigo, pede colo... amo demais essas duas!".
 
O pianista faz acordes maravilhosos. Acho que devem ser da música de abertura do show. O guitarrista troca as cordas de seu instrumento para que os sons sejam sempre brilhantes. Eu, aqui, não perco tempo e questiono:

Vocês se lembram de algum fato curioso e/ou emocionante que aconteceu com algum dos seus animais?
 
Corina Sabbas: "Cada momento ao lado dela é uma lembrança maravilhosa, mas o primeiro banho a gente nunca esquece. Estava com uma amiga em casa e fomos passear com a minha picuxinha (apelido carinhoso) para fazer suas necessidades. Quando retornamos percebi que tinha um cocozinho preso nos pelos. Não pensamos duas vezes, esquentamos a agua, testamos para ver se estava na temperatura ideal - tal como fazemos com um bebê - e a banhamos. Ela tremia e chorava tanto que dava pena. Meu bebê...".

Graça Cunha: "Curioso, não me lembro de nada que tenha me marcado, mas emocionante sim, sempre sofri muito com a morte dos que se foram, é como um membro da família que se vai".

Nanny Soul: "Ah, sempre tem, né? Lembro do dia em que a Nega sumiu de casa e passou a noite inteira fora, fiquei péssima! Até então eu não havia entendido como ela havia escalado o muro do quintal (que é alto) e subido para o telhado. Quando entendi que ela havia aberto a janela do quarto e a feito de plataforma para subir literalmente pela parede... foi incrível, tipo "gato aranha" (rs...).

No camarim das Divazz o clima é mágico. Percebo toda a emoção que elas sentem há poucos minutos do início do show e, mesmo assim, elas continuam tranquilas, conversando comigo sobre pets.
Vocês acham que para uma criança, é bom ter um animal?

Corina Sabbas: "Com certeza, a criança aprende desde cedo a cuidar e amar. É um otimo companheiro, além de ajudar na formação do sistema imunológico, diminuindo o risco de alergias, creio eu".
 
Graça Cunha: "É ótimo e acho importante! Além da amizade e companhia do animalzinho, a criança aprende a ter responsabilidade, cuidado e amor!".

Nanny Soul: "Para todas as pessoas é bom ter um animal! Eles são maravilhosos. Ser recebida na porta pelos meus depois de um dia cansativo de trabalho, abraçá-las e ganhar carinho delas... é um amor que não tem preço. Eles sentem se estamos felizes ou tristes, se doam para nós sem nada querer em troca. É terapêutico ter animais! Exercício de amor e energia do bem!".

O baterista ajusta a afinação das peças da bateria, enquanto os microfones também recebem os cuidados finais. Sei que daqui há pouco o show vai começar, mas não resisto a mais uma pergunta:
As pessoas, de uma forma geral, têm tratado bem os animais? Elas param por um instante, refletem e respondem:
 
Corina Sabbas: "A quantidade de relatos e videos de homens maltratando os animais, e até matando na frente de crianças me faz crer que não. Mas, aí vejo muitos moradores de rua cuidando muito bem de seus companheiros bichanos, me faz sorrir e reforçar a crença de que cuidamos de nossos bichinhos, mas que também somos cuidados".

Graça Cunha: "Infelizmente muita gente não, existe muita crueldade com os bichinhos".
 
Nanny Soul: "Não tem não. Concordo e sei que existem hoje muitas organizações e anônimos empenhados em cuidar deles, mas ainda existe muita crueldade, descaso, falta de respeito pela vida. A caça de animais por "esporte", para o consumo de luxo (bolsa, sapatos, casacos, o culto ao marfim), as rinhas, as formas de abate dos animais para consumo humano, os animais utilizados para testes em laboratórios, animais maltratados por seus donos... O ser humano não cuida do seu semelhante, das pessoas próximas, de sua família, de si! Com os animais não têm sido diferente, infelizmente".

Ouço passos. São as pessoas entrando no teatro para ocupar seus lugares para assistir mais um show das Divazz. Enquanto há tempo, eu continuo perguntando e elas, sempre muito simpáticas, respondem para você, internauta do nosso Jornal Animal.
Qual é o animal que vocês ainda não tiveram e que gostariam de ter?
 
Corina Sabbas: "Quero outro cachorrinho, mas teve um periodo em que pensava muito em ter uma cobra".

Graça Cunha: "Quando eu era criança queria muito um jabuti, a madrinha do meu irmão tinha em casa e eu adorava!".

Nanny Soul: "Ah, é um sonho né?! Mas não penso em "ter" um animal. Bicho é para ser livre, gente é para ser livre. Minhas gatas eu adotei, pois não teriam condições de viver bem nas ruas, sem um lar. Se pudesse ter uma reserva ecológica, teria muitos bichos vivendo livremente num lugar muito grande. Adoro Cacatua e todos os felinos, teria vários na reserva".

A resposta  de Nanny Soul me remeteu ao fato de hoje chamarmos de "tutores" e não de "donos" de animais. Perfeito! Precisamos nos acostumar a falar desta forma. Tutores. A pergunta em seguida veio automática e eu a fiz para as Divazz.
O que é cuidar de um animal? O que se deve fazer para oferecer uma boa qualidade de vida para um animal?
 
Corina Sabbas: Cuidar é amar, e dar uma boa qualidade de vida é dar amor. Mas é importante tratar o animal, no caso o cachorro, que tenho mais experiência, como animal. Ele não é um ser humano e não deve ser tratado como tal".

Graça Cunha: "É preciso ter amor e carinho em primeiro lugar, levá-lo ao veterinário, alimentá-lo de forma adequada, conforto, brincar, passear, etc".

Nanny Soul: "É uma responsabilidade grande. Você se torna responsável por uma vida! Fornecer um lar, cuidar de sua alimentação, dar carinho e educação. Envolve amor, tempo e dinheiro".

Do camarim posso ouvir a agitação do público que espera ansiosamente a apresentação das Divazz. Percebo que tenho tempo apenas para algumas poucas perguntas para esta entrevista que para mim está sendo inesquecível. No clima do show que está por acontecer, pergunto:
Qual foi o momento mais emocionante em suas carreiras? Elas viajam pelo tempo e respondem:

Corina Sabbas: "Não saberia dizer qual foi o MAIS, mas eu diria que quando soube que passei em meu primeiro musical em São Paulo e que teria de mudar para cá. Foi uma mudança de vida".

Graça Cunha: "Tive alguns ótimos momentos! Cantar com o Zimbo trio no encerramento da exposição Viva Elis no Centro Cultural SP, cantar com a banda da Amy Winehouse na Virada Cultural paulista, cantar com João Bosco e Djavan no Altas horas!".

Nanny Soul: "Vivi alguns momentos muito bacanas cantando ao lado dos meus grandes ídolos, como Gilberto Gil, Beth Carvalho, Martinho da Vila, Sandra de Sá, Tony Tornado... nunca havia imaginado isso na vida e um dia aconteceu".

O show estava por começar. Mais um minuto, Divazz? Elas sorriem e eu peço uma mensagem para você, internauta do nosso Jornal Animal. Os recados são ditos com muita emoção por Corina, Graça e Nanny.

RECADOS:

Corina Sabbas: "Amem seus bichinhos, contem com eles na alegria e na tristeza, na saúde e na doença. É um laço mais forte que o matrimônio, eles te amam incondicionalmente".
 
Graça Cunha: "Ter um animal de estimação é uma das melhores coisas da vida! É o amor mais puro e verdadeiro que se pode receber!".

Nanny Soul: "Fico muito feliz em saber que existam tantas pessoas que se interessem e se dediquem aos animais. Que existam canais, revistas, jornais, meios que nos conectem. Juntos somos mais fortes!".

Agradeço e vou em direção ao meu lugar no teatro para assistir o grande show.
Não penso mais em nenhuma pergunta.
Só quero curtir a música maravilhosa das Divazz...
Um beijo, Corina, Graça e Nanny!

Sergio Valério
Editor Jornal Animal

Em tempo! Quero agradecer a Beth Mello, da Soul Produções, que nos possibilitou esta maravilhosa entrevista com as Divazz.
Quer conhecer mais sobre as Divazz? Acesse o site: http://www.soulproducoes.com.br/

 
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